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Os 7 Benefícios da Psicoterapia

Descubra porque fazer terapia é muito mais do que “bater papo”

Muitos de nós enfrentamos períodos difíceis em nossas vidas e – em determinado momento – pode ser que você tenha considerado buscar a ajuda de um psicólogo.

Por que não o fez?

Talvez você tenha ficado inseguro com relação a como seria, ou se o serviço de psicoterapia traria reais benefícios para você. Muitas pessoas ainda tem uma idéia – errada – de que terapia é apenas “bater papo”, e de que não vale a pena pagar por isso.

Esse texto discute alguns dos principais benefícios que alguém pode esperar de um processo psicoterápico. Espero que a lista te ajude a ter uma idéia mais clara de como a coisa funciona 😉

Vamos começar?

1. PERCEBER-SE MELHOR

Qual foi a última vez que você se entregou à reflexão sobre si mesmo?

Em geral, nossos dias passam por nós apressados, sem tempo para esse tipo de coisa, certo?

Por isso, especialmente para quem sente falta desses momentos, a terapia se torna a hora e o lugar onde essa reflexão acontece.

Suspende-se o tempo; protege-se o espaço: a sessão cria contexto para que você lance um olhar mais cuidadoso em direção à sua vida e aos seus sentimentos.

E, como tudo na vida, você se torna mais habilidoso naquilo que pratica: Depois de algum tempo, vai notar uma melhora na sua percepção de si mesmo também fora do ambiente da terapia!

Quanto mais você fala, explica e põe pra fora – de novo e de novo – mais você sai do piloto automático.

O que antes passava despercebido, agora se destaca; O que era óbvio, vira questionamento.

“Você já notou que..?”

2. receber acolhimento

A terapia é um espaço de não-julgamento.

Seja lá qual for a emoção que se agita no seu peito e os valores pelos quais você vive a sua vida, o terapeuta vai te acolher e procurar entender a sua dor.

Na terapia é permitido: desabafar porque você não tá dando conta; suspirar pelo crush que ainda não te percebeu; chorar (por 20 sessões) pelo crush que já te esqueceu; comemorar suas vitórias; viver o luto das suas perdas; ficar com muita, muita raiva; dar risada (junto com o terapeuta) das ciladas em que você se mete – e o que mais der vontade.

Também é permitido: compartilhar seus segredos; falar daquele assunto que você adora mas que ninguém se dispõe a ouvir; contar das vezes que você fez merda; admitir seus medos, dúvidas e inseguranças; revelar seus sonhos; contar suas manias e esquisitices; botar pra fora o que você -realmente- gosta e o que não gosta, sem medo de julgamento.

A terapia é o seu momento!

No nosso mundo super corrido – onde parece que ninguém mais presta atenção em ninguém – a terapia são alguns minutinhos em que tudo pára e você tem 100% da atenção de alguém que se importa e que está disposto a te aceitar do jeito que você é.

Se fosse só isso, já seria transformador.

3. Mais autoconhecimento

Por paradoxal que seja, o conhecimento sobre nós mesmos é adquirido na nossa interação com o outro.

É só quando converso com o outro, quando ele me aponta detalhes do meu comportamento que a mim haviam passado despercebidos, quando eu tento explicar meu comportamento para o outro, quando nós comparamos desempenhos etc – é só quando eu tenho esse tipo de interação que consigo aprender sobre mim mesmo.

Quem vive fechado dentro do próprio quarto conhece muito pouco sobre si mesmo: O autoconhecimento só surge quando é provocado, quando o seu olhar dialoga com o olhar do outro.

Esse é o mecanismo básico de funcionamento da terapia: o diálogo.

O terapeuta está – a todo momento – fazendo perguntas sobre o que ocorreu, sobre o que você fez, sobre como você se sentiu etc. E são essas perguntas que vão fazer com que você se perceba melhor, compreenda as razões que te levaram a agir da forma que agiu e tome maior consciência dos próprios valores.

E – aos poucos – você também aprende a realizar esse trabalho por conta própria: se torna um analista do próprio comportamento.

É uma jornada muitas vezes longa e difícil; um trabalho de amor e paciência; mas que sempre vale a pena.

Compreendermos a nós mesmos é o primeiro passo em direção à mudança

4. Melhora das relações Interpessoais

A terapia seria de pouco interesse se seus resultados ficassem restritos ao consultório, não é mesmo?

Mas a verdade é que ela traz consequência para várias áreas da nossa vida; e uma das mais visíveis são os nossos relacionamentos!

Quanto mais você se percebe e quanto mais se conhece, mais você se torna capaz de controlar o seu próprio comportamento e de desenvolver relações saudáveis.

A própria relação com o terapeuta acaba servindo como um modelo de como se relacionar de uma forma positiva com quem está à nossa volta.

Você aprende a ser mais claro na sua comunicação, a identificar relações abusivas, a estabelecer limites que garantam seu bem-estar e também a perceber em quais relações você poderia dar mais de si.

E – quando você faz isso – quando cultiva sua saúde mental, todo o seu círculo social sai beneficiado!

Se você consegue ser uma pessoa melhor e mais positiva para aqueles que estão próximos, estes serão mais positivos em seus próprios círculos sociais etc.

A energia positiva que você transmite vai reverberar a distâncias que você nem suspeita e – sem dúvida – acaba voltando pra você!

5. Mais Autoestima

Ninguém nasce com maior ou menor auto-estima. Esse é um sentimento que é desenvolvido ao longo da vida da pessoa.

Ele se fortalece quando sentimos que somos amados incondicionalmente e quando aquilo que é importante pra nós é valorizado pelo outro, sem segundas intenções.

Se tantas pessoas apresentam sentimentos e comportamentos que demonstram baixa auto-estima é porque – infelizmente – o ambiente em que elas cresceram não foi capaz de proporcionar esse amor incondicional.

E – sejamos francos – em alguns casos a terapia dificilmente vai conseguir suprir tudo o que faltou (às vezes durante toda uma vida), mas ela pode sim ajudar a abrandar essa dor.

Na terapia você não precisa esconder-se atrás de máscaras: Você tem permissão para ser quem você é.

Não importam suas qualidades e defeitos, erros e acertos – um bom terapeuta vai te acolher, te ouvir com interesse, valorizar aquilo que é importante pra você, e te aceitar incondicionalmente.

E é assim porque é isso que nós fazemos com outro ser humano.

O que ajuda a fechar a ferida é a qualidade do relacionamento que se estabelece entre terapeuta e cliente.

O bem-estar proporcionado pela terapia aumenta à medida em que aumenta a amorosidade. Ou, nas palavras de José Ângelo Gaiarsa: a única terapia possível é a terapia do amor.

6. Ressignificar eventos passados

Muitas pessoas buscam a terapia para lidar com eventos passados, cujas marcas perduram até hoje.

Pode ter sido uma violência, um fracasso, um acidente, uma doença, uma perda..Não importa. Algo naquele evento foi tão forte que nos abalou de uma forma diferente.

Outras pessoas talvez tenham seguido em frente, enquanto nós ainda sofremos pelo que ocorreu. E, em determinado momento, talvez até elas deixem de ter a paciência de nos ouvir e acolher.

Aí entra a terapia, que também existe para suprir esse espaço de escuta: um espaço onde não há pressa para fechar feridas e onde a dor do luto pode ser vivida no ritmo que seja confortável pra você.

Quando se permite a fala, as amarras são desfeitas; quando o choro não é proibido, a dor se dissolve.

E então existe a possibilidade de enxergar o que passou com novos olhos; não mais como fonte de sofrimento, mas como aprendizado, como etapa, como processo, como um novo ponto de partida.

A terapia não muda o que aconteceu; nada muda. Mas ela pode ajudar a dar um novo sentido àquilo que aconteceu, um sentido que não nos prenda ao passado, mas sim nos dê forças para criar um novo futuro.

7. Aquisição de novas habilidades

As mudanças que a terapia proporciona não ocorrem somente pela fala!

Muitas vezes, as queixas que trazemos ao consultório são melhor resolvidas pela aquisição de habilidades que não possuímos.

Talvez você sinta dificuldade de iniciar ou manter uma conversa com pessoas com quem não conhece; ou talvez você possua um jeito impositivo/agressivo de falar, que acaba afastando quem está à sua volta; outras pessoas podem apresentar dificuldade na hora de falar de si numa entrevista de emprego etc

Em casos assim, o seu terapeuta pode realizar um treinamento de habilidades sociais: a terapia funciona como um tubo de ensaio em que você vai poder experimentar novas formas de se comportar e interagir socialmente.
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Em outros casos, as queixas apresentadas podem estar relacionadas com medos, fobias ou reações ansiogênicas.

Talvez você tenha medo de dirigir, de voar de avião, ou medo de altura; Talvez a ansiedade esteja impedindo você de ter uma vida sexual satisfatória; ou ainda: você pode estar sofrendo de recorrentes ataques de pânico em determinadas situações.

O terapeuta pode te ajudar criando uma sequência de atividades programadas para diminuir seus níveis de ansiedade e melhorar sua auto-confiança.
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Em outros casos ainda, o que o cliente pede está relacionado com a aquisição de habilidades específicas como a aquisição de um repertório de estudo; ou desenvolver a capacidade de seguir e sustentar um plano alimentar e de exercícios etc.

Tudo isso faz parte do trabalho do profissional de Psicologia – pois que ele é, além de escuta qualificada, um profissional capaz de implementar mudança de comportamento e promover a aquisição de novas habilidades no cliente.

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Relembrando

Relembrando, os 7 benefícios da terapia são:

  1. Perceber-se melhor
  2. Receber acolhimento
  3. Mais autoconhecimento
  4. Melhora das relações interpessoais
  5. Mais autoestima
  6. Ressignificar
  7. Aquisição de novas habilidades

Ficou mais animado para começar um processo de terapia? Ainda tem dúvidas? Entre em contato comigo por telefone ou Whatsapp: (27) 9-9941-2280

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IMPORTANTE: O conteúdo deste blog é informativo, mas não deve ser considerado como suficiente para realizar um auto-diagnóstico ou decidir quanto a uma solução terapêutica. Se você está passando por algum tipo de problema, procure um profissional psicólogo que irá poder fazer uma avaliação mais detalhada de seu caso particular.

Gabriel Haddad

Gabriel Haddad

Eu sou psicólogo clínico, pós-graduando em Terapia Comportamental e trabalho ajudando jovens e adultos que querem vencer as limitações psicológicas que diminuem sua qualidade de vida, como: depressão, ansiedade, falta de habilidades sociais, baixa autoestima, dificuldades de relacionamentos, transtornos compulsivos, dependência e outras.

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